
Desde sempre, uma pergunta me acompanha: por que as pessoas sentem e agem como agem? Diante de quem chegava em sofrimento profundo — às vezes no limite da própria vida — eu não queria apenas tratar o sintoma. Queria compreender como uma dor pode crescer tanto, e o que é preciso para atravessá-la.
Foi essa curiosidade que me levou a unir duas formações que, juntas, mudam o cuidado: a psiquiatria e a psicoterapia. Ao longo da minha residência médica, percebi que medicar sem escutar é tratar pela metade.
O sofrimento emocional exige uma escuta atenta, sem pressa e sem respostas prontas. Por isso, cada atendimento é construído de forma individualizada, a partir da sua história e do seu contexto. Juntos, traçamos um plano de cuidado ético, viável e alinhado à sua rotina — partindo sempre das suas demandas reais.
Mais do que aliviar sintomas, o trabalho busca devolver clareza e autonomia. Quem se consulta costuma destacar a clareza nas explicações, o acolhimento firme e a abertura de novas perspectivas diante de situações que pareciam sem saída.
Universidade Estadual de Maringá, com Residência Médica em Psiquiatria. CRM-PR 36883 · CRM-SC 41850 · RQE 26430
Titulação reconhecida pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). RQE 37476
Terapia Cognitivo-Comportamental (PUC-RS) e Neurociências do Comportamento (Faciência).
Atendimento exclusivamente online, com consultas seguras e sigilosas, com a mesma seriedade e cuidado de um consultório — de onde você estiver.
Conheço o valor de um bom acompanhamento não só pela teoria. A psicoterapia foi um divisor de águas na minha própria vida — existe um antes e um depois. Por isso sei, na prática, o quanto faz diferença ter alguém preparado ao seu lado quando se precisa.
É disso que se trata o meu trabalho: não tornar você dependente do tratamento, mas mais resiliente — capaz de atravessar a dor sem se quebrar, e de seguir com mais firmeza a sua própria história.